Sobre se sentir perdid@ na quarentena

Será que todo mundo está perdido como eu nessa quarentena? ~
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Sempre penso em possíveis posts para o MyRuanda, especialmente agora que estou trabalhando tanto com negritude, feminismo negro e afins. Nossa, fiz um curso sobre Filosofia Africana! Amanhã vou começar um curso sobre África na Política internacional, uaaau! Tudo que eu quero!
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Tudo que eu quero? Não sei. Essa quarentena me fez ver que muitas das coisas eu não posso controlar, inclusive os percursos da minha carreira. Me senti desanimada, desestimulada, sem cor. Como continuar estudando sem algo que me motiva? Qual é a verdadeira razão para estar fazendo tudo isso?
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Continuo (ainda) sem uma resposta concreta. Mas isso não me desmotivou a conversar com meus pares acadêmicos, me aprofundar mais sobre o pensamento feminista negro (vai ter muito post por aqui sobre isso) e (tentar) conversar sobre a saúde mental na academia. Isso é muito importante, gente.
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Eu amo postagens das pessoas sobre produções na pandemia, mas eu também vou postar sobre o outro lado da moeda porque é importante.

Sun - My Ruanda

[Internacionalista Negra] Programa de Mentoring

Olá, pessoal.

Hoje eu falar um pouquinho do Programa de Mentoring que eu vivenciei na Unijorge-Bahia. Foi muito interessante a primeira vez que eu organizei meus planos em um documento. A sensação de pensar em alternativas para minha carreira, mas ainda cética dizendo para mim mesma: isso não dá certo.

Anos depois eu peguei o mesmo documento e vi para onde a vida tinha me levado. Algumas coisas se concretizaram, outras tomaram outras formas…e atualizei meu plano, para que continuasse a ser meu norte. Muita coisa mudou, mas uma ainda continuava bem presente: a vontade de me vincular a Ruanda.

Veja como funciona o Programa de Mentoring:

E você, já pensou em sua carreira? Como você se organiza para isso?

Sobre o Congresso da ABRI e a primeira apresentação de trabalho sobre Ruanda

Caríssimos! Depois de algum tempo sem postar no nosso querido blog, cá estou eu para narrar um pouquinho sobre como foi o Congresso da Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI), o qual aconteceu do dia 29 a 31 de junho, em Belo Horizonte.
O tema do evento esse ano foi “Redefinindo a diplomacia num mundo em transformação”. Não poderia ficar feliz com essa temática, afinal, o fenômeno da paradiplomacia encaixa-se perfeitamente como um elemento de discussão/debate. Dito e feito: o evento comportou painéis que tratavam da temática e traziam pessoas que produzem artigos/trabalhos na área.
Em relação ao meu artigo, Novos atores no cenário internacional: a paradiplomacia na África e o Estado de Mil colinas, o mesmo tinha como objetivo trazer aspectos sobre a paradiplomacia africana e como é desenvolvida a paradiplomacia em Ruanda, analisando as atividades da RALGA (Rwanda Association of Local Governments Authorities) a partir do ano de 2003 (o ano de sua criação). Como não há muitas produções na área da paradiplomacia africana, especialmente sobre Ruanda, o objetivo do trabalho era o de despertar o interesse da academia para o estudo/aprofundamento de outras regiões na temática paradiplomática.
Fiquei feliz pelo feedback no painel, o que contribuiu para algumas indagações e reflexões sobre o funcionamento da paradiplomacia em Ruanda. Essa interação com pessoas que trabalham e produzem na área faz com que as produções do My Ruanda (voltado para a academia) tenham mais consolidação e o projeto esteja seguindo no caminho certo para descobertas em solo ruandês, com a pesquisa de campo.
Lógico que o trabalho de refinar os artigos e a dissertação será árduo, mas seguimos em frente com o desafio!
Há alguns trechos do artigo publicados no Relações Internacionais. Caso alguém se interesse pela temática, dá uma olhada no texto Há Paradiplomacia na África?
Outro texto interessante é o Estudar sobre a África é possível?, que traz alguns aspectos gerais sobre o projeto My Ruanda Brasil.
Bem, depois desse brainstorming e das interações paradiplomáticas do evento, chegou a hora de dar uma corrida na dissertação. Me mandem energias positivas, rs!