Sobre as idas e vindas da vida [preciso estudar!]

O tempo passa tão rápido que às vezes não conseguimos acompanhar as idas e vindas da vida.

Hoje vai ser o dia de um postzão com coisas gerais, que ao longo da semana eu vou entrando em cada tópico e apresentar mais detalhes a vocês.

Ponto 1: A última vez que eu escrevi aqui eu estava na Argentina. Minha culpa! Tanta coisa aconteceu que não consegui gerenciar o My Ruanda. Tenho que confessar que ter um blog atrelado a redes sociais é uma tarefa complicada, requer planejamento, tempo e motivação para não desistir do projeto no meio do caminho…. e foi o que aconteceu com o My Ruanda.

Eu gosto de escrever, mas não gosto de fazer toda a divulgação em Facebook, Instagram para que as pessoas possam ler. Claro que eu quero que outras pessoas leiam e que compartilhem suas experiências, sugestões comigo, mas esse processo de divulgação cansa, e não quero mais isso. Quero que o My Ruanda volte a ser como antes, simples.

Então quem quiser acompanhar o My Ruanda, vai ser do modo convencional (visitando o site) e é isso, se eu fizer vídeos, vou postar diretamente aqui – aqui vai ser a plataforma oficial.

Ponto 2: TENHO QUE ESTUDAR! Meu Deus, que dificuldade está sendo isso! Confesso também que não rendi tanto na escrita na Argentina. Consegui algumas leituras bem interessantes para o capítulo 1, mas a escrita escrita mesmo eu não rendi, então estou fazendo o trabalho de muitos meses em 2 meses – preciso terminar esse capítulo si o si!

Está sendo um processo bem difícil porque é exatamente no capítulo teórico que eu tenho mais dificuldade de desenvolver, de conectar as ideias e pensar na teoria para África. Bem, em um próximo post eu explico mais ou menos o que eu estou fazendo e conto com a sugestão de vocês.

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Esses são os dois pontos principais que senti que tinha que compartilhar com vocês ASAP, mas muita novidade, angústias, alegrias ainda estão por vir!

Acompanhe o My Ruanda Brasil!  cropped-c3adndice.png

A questão do território no nosso cotidiano

Há algum tempo eu vendo refletindo sobre a questão territorial nas relações interpessoais. Por estar estudando território, associado as dinâmicas da globalização e a atuação de governos subnacionais (municípios e estados) no cenário internacional, me admira o constante papel do mesmo na formação pessoal e cultural das pessoas, além da sua reflexão no desenvolvimento local.

Duas situações cotidianas me levaram a pensar sobre território:
1. De onde você é? (escala nacional: Brasil)
Geralmente quando vamos para outra cidade/estado, sempre ouvimos ou perguntamos isso. Por que? Porque a formação identitária de um indivíduo está relacionada com as características locais territoriais: cultura, fala, muitas vezes a forma como pensar. É bem interessante a importância de alguém saber de onde você é e como aquilo tem um peso na formação das relações sociais e das percepções das pessoas.
2. Where are you from? (escala mundial: Ruanda e adjacências)
Vendo as mensagens que eu recebo na Fan Page do My Ruanda, vejo o quão importante se torna perguntar de onde eu falo, ou seja, o que vai me caracterizar. Relacionado com o primeiro ponto, em escala mundial somos representados (e, na maioria das vezes, nos identificamos) pelo território que viemos. Isso me faz pensar nos textos que li sobre o declínio do Estado-nação e a discussão incipiente sobre a questão territorial. Mas sim, deveria ser discutido mais (especialmente na área das Relações Internacionais) sobre o papel do território, especialmente nas discussões teóricas.

Depois que me enveredei nas referências bibliográficas nessa temática, acho fascinante a interação entre a escala local e global, além de suas implicações para a escala local. Estou lendo textos sobre desenvolvimento local e esse tema está diretamente ligado à questão territorial, reafirmando a importância do estudo da escala local para a compreensão das dinâmicas territoriais na era da Globalização.

O que vocês acham sobre isso? Já tinham parado para refletir sobre o peso do “da onde você veio”? 🙂

Brasil e Ruanda: Positivo BGH* abre fábrica em Ruanda!

Fiquei intrigada por não saber muito sobre a abertura de uma fábrica brasileira em Ruanda (imagina outros negócios brasileiros que, possivelmente, existem lá). Busquei em alguns sites (especialmente entrei em contato via Facebook com a Positivo) para saber mais sobre como se deu isso mas…sem muitas informações.

O que se sabe é que a Positivo abriu uma fábrica de tablets e computadores em Kigali, capital de Ruanda. Segundo o site da Revista Exame, o uso dos aparelhos serão destinados para estudantes do ensino fundamental e médio. Além disso,

“Enxergamos a África como um mercado muito interessante para ofertarmos tecnologia de qualidade a preços acessíveis, com já fazemos no Brasil, Argentina e Uruguai”, disse Hélio Bruck, presidente da Positivo no Brasil, em nota.

Para mais informações, acesse a matéria da Exame. Procurei no site do Governo de Ruanda ou da Positivo mas sem informações.

* Positivo BGH: joint-venture formada pela empresa Positivo e BGH.

Sobre o Dia das Mães e Feriados em Ruanda

Olá everyone! Bom, hoje resolvi escrever um pouquinho sobre coisas pessoais, especialmente relacionado com o dia das mães. Particularmente eu não comemoro “Dia das Mães”, até porque acho muito comercial. Prefiro ao longo dos dias, meses, vida, demonstrar o meu carinho e afeto por minha querida avó (sim, ela é mãe duas vezes e ela é a representante do meu enorme carinho e amor).
Então, sim….coloquei a fotinha no My Ruanda da mamãe e bebê ruandeses para representar o Dia das Mães e não, particularmente não comemoro. De qualquer forma, em Ruanda não há um feriado relacionado com o Dia das Mães. Para saber mais fui no site do Ministério das Relações Exteriores de Ruanda para conferir a lista de feriados no Estado de Mil Colinas. 
Eis quais são os feriados:

1st January: New Year’s Day
1st February: Heroes’ Day

8th March:  Women’s day
7th April: Genocide Memorial Day
1st May: Labour Day
1st July: Independence Day
4th July: Liberation Day
15th August: Assumption
25th December: Christmas Day

[1º de julho, perto da independência da Bahia (2 de julho, rs)]
O feriado que gostaria mais de estar presente em Ruanda seria o dia 7 de abril, que é justamente o dia para lembrar/recordar o genocídio, para que não aconteça mais.
E você, em qual época gostaria de visitar/conhecer Ruanda?