O que o racismo me fez

Coletânea: O que o racismo fez comigo

Inspirado no Documentário “Solte a Voz”, de Amandine Gay, transmitido na Mostra de Cinemas Africanos em Porto Alegre, em 2018, o My Ruanda Brasil lança um edital para montar uma coletânea de relatos sobre a questão do racismo e como as mulheres, seja afrobrasileiras como africanas no geral, lidam no dia-a-dia e ao longo das suas vidas.

Por ser uma questão estrutural, as experiências individuais compõem um grupo que passa por históricos constrangimentos sociais, fazendo com que seja importante compartilhar estas experiências para sermos fortalecidas em conjunto. Com isso, com o objetivo de compartilhar estas experiências e criar um ambiente de empatia e representatividade, o My Ruanda Brasil lança este projeto, de caráter voluntário e sem fins lucrativos, selecionando entre 24 e 30 textos de mulheres que se consideram negras, de acordo com os seguintes aspectos:

– Ter, no máximo, uma página (lauda);
– Retratar suas experiências em relação aos desdobramentos do racismo estrutural;
– Preencher o formulário com o seu texto e dados (pode ser anônima também – colocar essa observação e o seu nome não será divulgado);
– Não há restrição de idade;


Sobre o filme

Dar-a-voz

Solte a Voz (Ouvrir la voix): 24 mulheres de origem africana, 24 vozes de cidadãs, ativistas, engenheiras e pesquisadoras, que falam sobre suas identidades enquanto mulheres negras vivendo na França. O documentário “Solte a voz”, dirigido pela cineasta Amandine Gay, reúne depoimentos sobre as interseções entre discriminação, arte, pluralidade de vidas e a necessidade das mulheres negras de se apropriarem das narrativas de si.

(Fonte: Cinemateca Capitólio Petrobrás – http://www.capitolio.org.br/eventos/2362/solte-a-voz/).

Estaremos recebendo os textos até o dia 26 de janeiro de 2019, e quaisquer dúvidas enviar para o e-mail myruanda@gmail.com ou o inbox da página oficial do My Ruanda (www.facebook.com/myruanda).


Collection: What racism did to me

Inspired by Amandine Gay’s Documentary “Speak Up”, broadcast at the African Cinemas Show in Porto Alegre in 2018, My Rwanda Brazil launches a public notice to assemble a collection of reports on the issue of racism and how women, Afro-Brazilians as Africans in general, deal with this issue daily and throughout their lives.

Being a structural issue, individual experiences make up a group that goes through historical social constraints, making it important to share these experiences in order to be strengthened together. With the purpose of sharing these experiences and creating an environment of empathy and representativeness, My Rwanda Brazil launches this voluntary and non-profit project, selecting between 24 and 30 texts of women who consider themselves to be black, according to with the following aspects:

– To have at most one page (lauda);
– To portray their experiences in relation to the unfolding of structural racism;
– Fill in the form with your text and data (it can be anonymous too – put this remark and your name will not be disclosed);
– There is no age restriction;
About the movie

Speak Up (Ouvrir la voix): 24 women of African origin, 24 voices of citizens, activists, engineers and researchers, who speak about their identities as black women living in France. The documentary “Release the voice”, directed by filmmaker Amandine Gay, brings together testimonies on the intersections between discrimination, art, plurality of lives and the need of black women to appropriate their narratives.

(Source: Capitol Petrobras Cinematheque – http://www.capitolio.org.br/eventos/2362/solte-a-voz/).

We will be receiving the texts until January 26th, 2019, and any questions send to myruanda@gmail.com or the inbox of the official My Rwanda website.